que o sol se ergue
para debruar o céu,
assim como eu,inevitavelmente,caio
no doce canto dos teus ombros...
e me entrego ao som dos violinos
ao adejar das águas em corpos vazios...
Sei,
que aqui estamos sentados na dor deste Dezembro que vagueia
assim como an.sei.o enjaular teus olhos,secretamente,
entre meus lábios.
tu e eu morrer de súbito.





